9.12.07
Contação de Histórias
Ludicidade

"Para quem queira visualizar melhor, segue abaixo o elenco das seis características do brincar na perspectiva lúdica . Enfatizamos que todo o jogo/brincadeira em que o ser brincante sinta prazer em jogar/brincar é lúdico, porém o que queremos enfatizar aqui é a sua essência. Logo, um jogo na perspectiva didático-pedagógica pode também ser lúdico, porém o seu "compromisso primeiro" é com um retorno pedagógico. Há primeiro uma intencionalidade educativa, um compromisso com algum conhecimento a ser desenvolvido. Porém o jogo na perspectiva essencialmente lúdica não possui intencionalidade subjascente. Não há nenhum interesse em construir certo conhecimento, ganhar a partida, liberar sentimentos contidos, etc, o que não quer dizer que isto não aconteça. Porém, nesta perspectiva -lúdica- o essencial está no puro prazer em jogar. Logo, quando há apenas o puro prazer em jogar, aí estamos diante de um jogo essencialmente na perspectiva lúdica."
"Características do Brincar"
"Controle Interno"
"Quem determina o desenvolvimento dos acontecimentos ou o fim do jogo são os próprios jogadores. Se houver um terceiro, que não esteja participando diretamente do jogo, e vier a impor regras, ou delimitar o tempo, isto não será um jogo (na perspectiva lúdica) pois predominará a diretividade ou coersão de alguém. A incerteza, o inusitado também são marcas do jogo, presente nesta característica (assim como em outras já descritas) pois os jogadores nunca possuem o conhecimento prévio de todas as possibilidades de ação (e nisto está contido o desafio);"
Efeito Positivo
Manifestações de prazer, alegria, descontração e satisfação estão sempre presentes em uma situação de jogo. Um sinal emblemático que marca a sua manifestação é a presença do sorriso;
Flexibilidade
A ausência de pressão no ambiente torna o clima mais descontraído ensejando que o sujeito crie alternativas antes ainda não pensadas, propiciando o desenvolvimento favorável de seu jogo. É a liberdade de ação, o ensaio de novas idéias e combinações, graças a um ambiente não diretivo; é a busca de alternativas;
Livre Escolha
O jogo só pode ser considerado jogo se a sua escolha partir de livre e espontânea vontade do sujeito que joga. Quando o jogo passa a ser uma tarefa ou uma atividade obrigatória deixa de ser um jogo e passa a ser trabalho ou ensino. Negrine (1994) afirma: uma atividade com fim lúdico em que a pessoa se vê obrigada a participar, cessa de ser jogo e se converte em obrigação, em moléstia da qual a pessoa procura logo se livrar;
Não Literalidade
Os objetos ou situações de um jogo podem ter um outro significado para o sujeito que brinca, conforme o seu desejo. Há o predomínio da realidade interna sobre a externa. O sentido habitual é ignorado por um outro sentido. Refere-se à representação simbólica.Exemplo que ocorre com criança: as tampas de panelas que fazem parte dos objetos da casinha, hora podem se transformar em um aparelho de telefone sem fio.Exemplo com adultos: quem já não experenciou ou já se deparou com uma cena de alguém que está amando ou apaixonada, agarrar-se a um travesseiro ou almofada (ou bichinhos de pelúcia presenteados pelo (a) seu/sua namorado(a) e com estes trocar juras de amor e muitos afagos carinhosos?
Prioridade do Processo de Brincar
“O jogo só é jogo quando a criança pensa apenas em brincar” – Kishimoto (2002). Não há outro interesse durante a brincadeira que não seja o próprio ato de brincar. Durante a atividade o sujeito está preocupado apenas com o processo não com o seu fim."
"O jogo é uma atividade livre e voluntária.
Brincar é uma atividade dinâmicaca e simbólica.
Não-literalidade, efeito positivo, flexibilidade, entre outros são as carcterísticas do brincar na perspectiva lúdica.
Devemos nos esforças para viver a dimensão lúdica de maneira integrada com as outras esferas da vida.
Viver ludicamente é uma forma de intervenção no mundo.O mais importante em uma situação lúdica é viver o processo e não o fim"
Releitura de Obras de Arte


Atividades de Natal

Aprendi a reorganizar o ambiente de atuação onde os artistas, ou seja, os alunos ficaram bem à vontade onde cada um conseguiu expressar-se de acordo com o proposto, mas sem a necessidade de decorar falas mecânicas e que se tornam sem emoção. Eu fiz com que todos participassem da peça, conforme as dicas do Professor Gilberto, alguns ficaram encarregados dos sons, ouve o narrador, alguns foram as estrelas guias, animais entre outros. Aprendi que o improviso deixa a situação mais confortável e mais interessante devido a atuação espontânea das crianças.
5.12.07
Teatro na Escola

A atividade de produção de uma peça teatral com a minha turma foi a tarefa que mais me exigiu planejamento de determinação na hora de executar. Tive as minhas atitudes bem decididas para os alunos sentirem firmeza no que estava sendo solicitado.
Foi um momento em que senti que a minha prática pedagógica vai muito mais além do que ensinar letras, alfabetizar e fazer continhas.
Trabalhei com as emoções das crianças, músicas infantis para relaxamento e atividades de expressão corporal para desinibição. O resultado foi uma aula mais prazerosa para mim e para eles, onde pude desenvolver leitura, escrita, oralidade, esquema corporal, delimitação espacial, artes e recreação. Os benefícios ficaram evidentes onde os alunos sentiram-se mais interessados nas aulas, e minha prática como professora teve uma mudança pois aumentamos nossos laços de carinho professora-alunos, me senti encorajada de realizar atividades diferentes no ambiente de sala de aula e me aperfeiçoei em lidar com situações não esperadas na aprendizagem, exigiu um jogo de cintura nos momentos mais difíceis, como na apresentação que esqueceram suas falas.
Imagino e me sinto no lugar das crianças na hora da apresentação, todos sentem vergonha e dificuldades em se expressar. Também sou tímida e tenho dificuldades em me expressar em público (muitas pessoas).
Há mais de 10 anos fiz cursos de teatro e oficinas de interpretação, aprendi várias técnicas e truques para contracenar, exercícios de relaxamento e alguns para trabalhar o timbre de voz. Sempre fui muito esforçada e recebi elogios, mas a minha timidez se superou e tive que abandonar o teatro, ficou cada vez mais difícil de atuar no palco e em público, mas sempre tive facilidade para memorizar textos e falas. Devido a estes acontecimentos a atividade teatral em sala de aula me marcou bastante pois acreditava que nunca iria desenvolver um trabalho desta linha com os meus alunos.
Mas de tudo ficaram as experiências e quem sabe futuramente poderei continuar utilizando estas aprendizagens em meu ambiente escolar.
4.12.07
Teatro na Escola

Os alunos assistiram o filme Cinderela da Disney. Após fizeram pinturas livres de desenhos e confecção de painéis das cenas que acharam mais importantes.
Juntamente com a professora produzimos um texto coletivo de como se passou a história assistida.
Através deste texto destacamos cinco cenas que resumem a história.
Montamos as fotos como foram realizadas na aula presencial de teatro.
Após as fotos acrescentamos as cenas que completavam a história conforme os alunos acharam necessário.
Os alunos para a participação das cenas das fotos e apresentação da peça foram selecionados através de votação da turma.
Para a preservação da imagem dos alunos não foram realizadas fotografias das atividades desenvolvidas.
O cenário e fantasias foram confeccionados em aula por toda a turma com materiais de sucata.
Foi uma tarefa bem difícil para a turma se organizar e elaborar uma apresentação para os coleguinhas. Inicialmente estavam bastante tímidos e falavam bem baixinho.
Os alunos não conseguiram decorar as falas. Foram se comunicando conforme o decorrer das cenas.
Através desta atividade os alunos conseguiram adequar o tom de voz para todos ouvirem, perceber o espaço de atuação, ficar em silêncio para assistir a peça, não riram dos erros dos colegas.
Todos nós percebemos que esta atividade trouxe grande valorização para a turma pois todos se sentiram capazes de se comportar adequadamente em um ambiente de apresentação.
Música Popular Brasileira para Crianças

A atividade musical proposta foi trabalhada com a minha turma de 2ª série composta por alunos de 08 até 11 anos, onde 17 são meninos e 17 são meninas.
Trabalhei uma semana em sala de aula com músicas conhecidas por eles como “Caranguejo não é peixe”, “Ciranda cirandinha”, “Atirei o pau no gato” e músicas natalinas “Bate o sino”. Assim foram se soltando e perdendo a vergonha de cantar.
Também passaram uma manhã ouvindo uma coletânea de músicas infantis em tom bem suave para aguçar a audição e facilitar a compreensão de sons “Vamos cantar da Brasil leitura” com músicas como “Terezinha de Jesus”, “Boi da cara preta”, “A canoa virou”, “Se esta rua fosse minha” entre outras, que são bem conhecidas popularmente.
A canção Boas Festas, de Assis Valente, foi à escolhida para trabalhar a melodia e o ritmo com as crianças devido a época natalina e o espírito festivo que estamos neste final de ano.
Inicialmente contei as histórias aos alunos sobres os músicos da MPB e mostrei algumas imagens do ppt que imprimi.
Escutamos todo o CD e a música que mais se familiarizaram foi à canção de Natal.
Em seguida cantamos a música acompanhada do rádio, até que todos se familiarizassem com a melodia.
Os passos vieram com a expressão corporal que no primeiro momento foram convidados a dançar livremente e a seguir iniciei os passos em quatro tempos. Foi mais fácil do que eu imaginava, pois as crianças acompanham com uma naturalidade que nós adultos temos resistência e dificuldade.
Foi uma atividade minuciosa, mas de muita descontração que no final todos os alunos atingiram uma melodia e acompanharam o ritmo.
Através desta atividade os alunos e eu passamos a apreciar outros tipos musicais e ainda pudemos conhecer e valorizar um pouco da nossa música popular brasileira. Melhorou a atenção das crianças em atividades diferenciadas dentro da sala de aula e o meu domínio com a turma e manejo para trabalhar com a melodia dos alunos.

Musicalidade
As atividades musicais nas minhas turmas estão bem freqüentes. Utilizo músicas nos textos, CD”s, e rodas cantadas.
Fiz com a minha 1ª série o texto do caranguejo, e ai cantamos e dançamos:
CARANGUEJO NÃO É PEIXE
CARANGUEJO PEIXE É
CARANGUEJO SÓ É PEIXE
NA ENXENTE DA MARÉ
BATA PALMA, PALMA, PALMA
BATA PÉ, PÉ, PÉ
CARANGUEJO NÃO É PEIXE
CARANGUEJO PEIXE É.
Inicialmente ficaram bem envergonhados e inseguros, mas aos poucos foram cantando e se soltando.
Através da música fizemos um momento de descontração, relaxamento, entonação vocal e divertimento.
25.11.07
Diferenças




Neste sábado 24 de novembro aconteceu na escola uma mostra e apresentações que marcaram a culminância da Semana da Consciência Negra. Foram várias apresentações de danças, teatro e exposições com objetos culinárias e fotos características.
Também participamos anteriormente de um encontro promovido pela Secretaria de Educação de Alvorada com relação a Consciência Negra “Um olhar reflexivo sobre as práticas anti-racistas no cotidiano escolar”. Neste encontro participaram vários representantes da cultura afro-descendente nos quais palestraram em relação ao preconceito racial dentro e fora da escola e de que forma abordar e interagir com as crianças para evitar os preconceitos raciais. Também foi oferecida uma oficina de confecção de bonecas negras com material de sucata.
Para trabalhar este assunto com os meus alunos da 2ª série utilizei uma história “O amigo do rei” que fala sobre dois meninos Ioiô que era filho de escravos e de Matias que era filho do fazendeiro. No final da história ocorrem acontecimentos em que o menino negro se torna Rei de um Quilombo e os dois continuam sendo amigos. Esta é uma forma de levar a literatura infantil para a sala de aula através da contação de histórias para abordar um tema que fala sobre preconceitos. Confeccionei um texto coletivo com os alunos sobre a história onde colocaram as suas opiniões e participações e dando um novo final para história, lembrando a nossa aprendizagem das histórias coletivas no SI – III.
Confeccionei com os meus alunos as bonecas negras que foi uma forma para pensarem de como é importante a igualdade entre os seres humanos e puderam brincar livremente com os seus bonecos confeccionados sem técnicas ou exigências (Ludicidade), explorando a ludicidade, brincando despretenciosamente.
17.11.07
Postagem da atividade com o blog Relatos de Experiências
Softwers educacionais
Esta postagem relata um trabalho realizado pela Profª Gladis Leal dos Santos em Joinville Santa Catarina na Escola CAIC Prof. Mariano Costa na qual os alunos produziram um blog sobre a Copa do Mundo de 2006. Neste blog os alunos aprimoraram o seu conhecimento e desenvolvimento na Internet através de técnicas de escritas e formatos para postagem no blog. Há muitas participações dos alunos e incentivos as pesquisas onde se mantiveram informados sobre as notícias e acontecimentos da Copa e também visualizaram bandeiras dos países e seus hinos. Há um relato da motivação dos alunos na produção do blog assim como serve de pesquisa para outros alunos das outras escolas.
Destaca-se também a novidade dos alunos participarem de um Chat pela primeira vez, que é um veículo de comunicação cada vez mais usado e importante na conversa digital.
“Vejo que a novidade são realmente atraentes, porém o mais importante é que os alunos estão aprendendo a trabalhar colaborativamente, ampliando horizontes, mostrando seu trabalho para além da sala de aula. Só por isso já penso que vale a pena, que não se trata de modismo ou deslumbramento com o novo.” – Relato da Profª Gládis
A professora relata também que há um desenvolvimento de competências dos alunos e professores. Há também os professores que resistem às inovações, mas nunca os alunos.
PEDAGOGIA ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
SEMINÁRIO INTEGRADOR III
Aluna Daniela Alcebíades da Silva Albrecht
Atividade com o Blog Relato de Experiências
Entrem no blog "Relatos de Experiências" e naveguem por suas postagens. Elas são muitas, pois o blog foi aberto em março de 2005. Após essa navegação explorativa, desenvolvam as seguintes ações:
Selecionem um dos relatos de experiência e façam uma leitura analitica. Se há link para o blog/site da prática, explorem o que há lá;
Postem no seu blog, uma análise do relato e/ou prática.Essa postagem deve atender aos seguintes aspectos:
Apresentar um link direto para a postagem que foi selecionada por vocês para ser analisada;
Identificar os indícios ou evidências de onde, como e quem participou da experiência;
Identificar os argumentos do relator acerca da relevância da experiência e dos resultados dela;
Analisar e comentar as evidências e argumentos que facilitam ou não a clareza da apresentação das intenções do professor e das ações dos alunos bem como a compreensão do processo relatado.
Escolhi uma postagem que fala sobre o trabalho com blogs com os alunos.
14.11.07
início da produção do Pórtifólio
4.10.07
Início do 3º semestre
1- Seminário Integrador III
2- Artes Visuais
3- Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem
4- Ludicidade e Educação
5- Música na Escola
6- Teatro e Educação
O começo foi a apresentação presencial dos Professores responsáveis pelas interdisciplinas e como será a dinâmica no decorrer do semestre. Também participamos de atividades práticas com os professores em aula presencial nos dias 18/09, 24/09 e 01/10, técnicas de apresentação, músicas, jogos e técnicas que poderemos utilizar em sala de aula.
Todas as atividades que estão em andamento das interdisciplinas estão enriquecendo bastante as nossas práticas em sala de aula, onde também podemos expor as nossas vivências como professores através dos inventários que estão sendo solicitados.
Este semestre estou me sentindo bem tranqüila para o desenvolvimento das minhas atividades e já estou mais familiarizada com a tecnologia.
A todos nós um bom semestre!
16.8.07
Final do Semestre
Bom, tenho que me tranqüilizar para amanhã fazer uma boa prova.
8.8.07
Dia de avaliação!
23.7.07
Colocando as tarefas em dia
Espero a compreensão dos Professores e Tutores.
Um abraço a todos.
13.6.07
Avaliação de Psicologia e Alfabetização
29.5.07
Estudando para a prova

23.5.07
Minha Semana

11.5.07
Feliz Dia das Mães
Eu te agradeço pelo peso na barriga, pela dor nas costas, pelas pernas cansadas e pelos pés inchados.
Eu te agradeço pelos quilos a mais e pelo sono a menos.
Eu te agradeço pelas sopas e pelos chás, pelas compressas e palas promessas. Eu te agradeço pelos carinhos e também pelos puxões de orelha.
Eu te agradeço pelo guarda-chuva, pelo remédio e pelo cachecol.
Eu te agradeço pelas palavras e pelo silêncio, pelo sim e pelo não, pelos sorrisos e palas lágrimas.
Eu te agradeço por toda paciência.
Eu te agradeço por toda força.
Eu te agradeço por ser teu filho.
6.5.07
Atividades de Alfabetização
Início da atividades de Psicologia
